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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Primeira derrota

Derrotas fora de casa num campeonato tão equilibrado como o Brasileirão podem ser entendidas. Entretanto, em determinadas circunstâncias, as derrotas trazem um prejuízo fora de hora e podem atrasar os progressos de um time.

O Grêmio teve contra o Vasco, em São Januário, a possibilidade de vencer a partida, porém não soube lidar com a vantagem que adquiriu no primeiro tempo e botou fora o resultado. O tricolor vencia o jogo, jogava melhor e acabou desperdiçando a chance de ampliar o placar, permitindo assim a virada.

Por determinação de Celso Roth, o Grêmio recuou no segundo tempo, chamou o adversário para o seu campo e sofreu dois gols. Uma postura tímida, por vezes covarde, defendida pelo técnico na entrevista coletiva após o jogo.

Roth, ao falar de suas substituições, defendeu que “o empate era um bom resultado” e por isso, a orientação para uma postura defensiva no segundo tempo. Argumento compreensível para um time que joga fora, mas considerando a fragilidade do Vasco e o conturbado momento que passa o time carioca, era jogo para ganhar. Sobretudo pela visível superioridade técnica do tricolor vista no primeiro tempo.

Domingo é contra o Fluminense, adversário que independente de vir ao Olímpico com o time titular ou não, trará dificuldades. Porém, para esse jogo, o que se espera é outra atitude do time, buscando a vitória, sem se intimidar com o adversário.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Juntando os cacos



A permanência de Celso Roth tirou do Grêmio a possibilidade de recuperar o ano. A insistência num técnico incapaz de dirigir grandes clubes faz com que às mudanças que o Grêmio passou a fazer, desde as humilhantes eliminações no Gauchão e na Copa do Brasil, sejam insuficientes. Tudo passa pelo técnico. O Grêmio já começa errado em manter um comandante fracassado.

A saída de Paulo Pelaipe era necessária, o ex-diretor já estava desgastado e com muita autonomia no departamento de futebol do clube. Tudo era centrado nele, com o aval do Presidente Paulo Odone, sempre assistindo a distância. Agora chega André Krieger, que já teve passagens sem brilho pelo clube, trazendo consigo um estilo mais apaziguador, por vezes, excessivamente burocrático.

O erro está em sair de um extremo para outro. Não há nada que impedisse Krieger e Pelaipe de trabalharem juntos, dividindo a função e o poder frente ao futebol gremista.

As mudanças imaginadas pelos torcedores, após os fracassos nas duas primeiras competições do ano, não estão sendo tão profundas como deveriam. Algumas dispensas se justificam, outras não. E as contratações até o momento não empolgam.

Amaral é um mero volante, da confiança de Roth – o que não é uma virtude – que poderá acrescentar muito pouco. Trata-se de um jogador que fará número na casamata, nada mais.

No entanto, a confirmação de Tcheco, como reforço a partir de Junho, dá ao técnico uma boa opção para o meio. Tcheco fez muito pelo clube e tem a simpatia da torcida, se bem aproveitado certamente será um jogador importante. Uma projeção de meio campo com Eduardo Costa, Magrão, Tcheco e Roger, sem dúvida é um alento para os tricolores. Que contarão também com Rodrigo Mendes, que enfim estará a disposição.

Por fim o amistoso em Ivoti. Uma absoluta perda de tempo contra um time amador, que não seria adversário nem para o time júnior do Grêmio. Por isso, o resultado do jogo e a performance da equipe não servem de parâmetro para nenhuma avaliação. Não muito diferente será contra Ipiranga de Erechim e Havaí, respectivamente, próximos adversários nesse período pré-Brasileirão.

A impressão nesse recomeço tricolor não poderia ser mais preocupante. Faltam menos de duas semanas para o começo do Campeonato Brasileiro e a torcida segue sem perspectivas de ter um time competitivo. A oportunidade que o Grêmio teve, nesse período sem jogos oficias, parece ter sido desperdiçada.

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Jardel

Os gremistas se sensibilizaram com a entrevista de Jardel. O jogador passa por um momento difícil e precisa de ajuda. Jardel não é só mais um jogador que passou pelo Grêmio, trata-se de uma das figuras mais importantes da história do clube.

Um grande artilheiro, vencedor e que hoje precisa reconstruir sua vida e ter um final de carreira digno, à altura de tudo que representou. Por isso, o clube tem que ampará-lo.

Jardel é um ídolo do tricolor, e o Grêmio tem o dever de valorizar e cuidar de seus ídolos.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Hora de recomeçar

O Grêmio pagou caro por ter apostado num técnico que todos já sabiam o máximo que poderia oferecer. Celso Roth não é um técnico vitorioso, é experiente, há dezoito anos trabalha no futebol, mas nunca nesse tempo todo, dirigindo equipes por todo o Brasil, ganhou títulos expressivos. E o Grêmio sabia disso, os dirigentes o conheciam, e nada mais do que ele ofereceu ao Grêmio, Roth poderia fazer.

A desclassificação para o Atlético-Go era algo esperado, quem diria, mas era. O técnico gremista escalou bem o time, dentro da lógica, não inventou como domingo e mandou a campo um 4-4-2 bem definido, com os melhores para cada função. Porém, a desclassificação precoce no Gauchão, e o clima de mal estar criado após a derrota para o Juventude aumentaram acentuadamente a rejeição ao técnico, e todos sabiam que mesmo conseguindo a classificação, o Grêmio estava no caminho errado.

Celso acertou ontem, poderia até se classificar, mas perderia logo adiante. O desgaste dele no cargo era enorme, um técnico mal-humorado, teimoso, passivo nos momentos decisivos, como ocorreu na hora das cobranças de pênaltis, e o pior, um técnico que volta e meia inventa. O resultado de suas invenções nunca foram positivos, as surpresas que Celso Roth sempre preparou na escalação de suas equipes nunca surtiram efeito satisfatório, ao contrário de Mano Menezes, que sempre quando surpreendia, sobretudo em clássicos, era mexendo em posições estratégicas que confundiam totalmente a marcação do adversário. Já as surpresas de Celso Roth sempre confundiram o próprio Grêmio.

Com o primeiro semestre do ano perdido, o Grêmio tem que olhar para frente. A equipe terá a partir de agora um mês de preparação para a segunda parte da temporada, tempo de sobra para montar uma nova comissão técnica, dispensar os jogadores que não deram o retorno esperado, fazer uma reavaliação do trabalho de Paulo Pelaipe, e o mais importante, buscar reforços. No mínimo cinco, para que assim o Grêmio possa fazer uma campanha dentro de sua grandeza tanto no Campeonato Brasileiro, como também na Copa Sul-Americana. A torcida gremista, que em todos os jogos apóia e canta os 90 minutos, merece.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Grêmio cai no Gauchão

O Grêmio sucumbiu diante do Juventude, em pleno Estádio Olímpico, com uma atuação simplesmente esdrúxula. Um desempenho de um time sem alma, sem força, completamente diferente do que todos os gremistas estão acostumados.

A tragédia foi anunciada antes mesmo de o jogo começar. A escalação da equipe logo que foi anunciada, surpreendeu e preocupou todos os gremistas. Pois o Grêmio mais uma vez mudava de esquema tático. Primeiro, na quarta-feira, na constrangedora derrota para o Atlético-GO, Celso Roth iniciou a partida com o habitual 4-4-2, com o decorrer do jogo, passou para o 3-5-2 e o time piorou.

Contra o Juventude foi o 4-5-1, em casa, e com vantagem de até perder o jogo, Celso mandou a campo somente um atacante, Perea. Mais uma vez solitário, por vezes perdido, dentro de um esquema que o time não está acostumado a jogar.

A intenção de Roth era povoar o meio-campo, e conseguiu. Porém, talvez o que o técnico desconsidere, é que não basta ter jogadores a mais no meio-de-campo do que o adversário, e sim, preencher o setor com jogadores que saibam jogar e com posições definidas. E o Grêmio não tinha nada disso. Com cinco jogadores no meio, somente dois jogaram.

A insistência em Nunes, não só prejudica a saída de bola do time, como obriga a mexer na posição de Eduardo Costa, que passa de primeiro, para segundo volante. Eduardo, claramente, não tem qualidade suficiente para ficar tão próximo dos meias. Uma função que exige também chegar à frente, como tão bem vinha fazendo William Magrão.

Um pouco mais a frente, Roger novamente foi esforçado, certamente o jogador de maior qualidade, mas que tinha que se desdobrar tendo que jogar também como um “falso atacante”. Maylson, mais uma vez não fez nada que justifique tantas chances que tem no time. Já o paraguaio Julio dos Santos entrou em campo, sem ter posição, tampouco função definida. Ou seja, assistiu ao jogo.

Os erros nas escolhas do treinador, prosseguiram durante a partida. Roth viu seu time levar um banho de bola no meio, com o veterano Lauro desfilando com toda a liberdade dentro do “povoado” meio-campo gremista. Mesmo assistindo seu esquema ruir, Celso permanecia estático na beira do gramado, esperando talvez que um milagre acontecesse no Olímpico, e todas as suas escolhas, de repente, como num passe de mágica, começassem a dar certo.

Celso Roth justificou suas lambanças alegando, que as ausências de jogadores lesionados obrigaram a fazer tais modificações. É verdade em parte, o Presidente Paulo Odone, e o diretor de futebol Paulo Pelaipe também explicaram a derrota da mesma forma. Só que o que eles ignoraram, é o fato que nem todos os lesionados são peças fundamentais para o time, alguns nem titulares são. O que evidentemente, não tornaria necessária tantas modificações, sobretudo nas laterais.

A reação no final do jogo foi mais na vontade, na raça característica do tricolor, que ajuda, mas que sozinha não ganha jogo. Naquelas alturas a vaga já estava perdida, toda excelente campanha e liderança geral do campeonato já não valiam mais nada.

Depois da tragédia e da humilhação, restou a Copa do Brasil. Um jogo que pode marcar a recuperação do time, ou mergulhá-lo numa crise sem precedentes. As perspectivas não poderiam ser piores, e o Grêmio aos poucos vai pagando amargamente por suas escolhas.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Rumo à Semi

O Grêmio venceu o Juventude em Caxias do Sul e está com um pé na semi-final do Gauchão. A vitória do tricolor na Serra era o mais provável que poderia acontecer, haja vista a diferença entre as equipes, tanto que o Juventude, a fim de provar que não facilita para o tricolor, entrou em campo com uma gana acima do normal. Em vão.

O time da Serra marcou, bateu, e até ofereceu perigo em suas investidas ofensivas. Mas o time alvi-verde tem uma defesa fraca. E para uma defesa fraca, até um atacante, sem tantos recursos, como é o caso de Reinaldo, se dá bem. Foram dois gols, que para quem vinha mostrando tão pouco, serve como alento. Um excelente recomeço para o ex-botafoguense.

Roth surpreendeu no sábado com a não-inclusão de Julio dos Santos no time. Para seu lugar entrou Rudinei, que mais uma vez fez boa partida. Entretanto, é cedo para tirar o paraguaio do time, e mais cedo ainda para confiar à Rudinei a condição de titular.

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O joga mais importante da semana é o da Copa do Brasil. Com a classificação encaminhada no Gauchão, as atenções se voltam para a competição nacional, prioridade máxima no semestre, o Grêmio se vê diante do Atlético - GO nesta quarta-feira.

Um adversário que faz boa campanha no campeonato goiano e que certamente vai endurecer o jogo no Serra Dourada. O time de Goiás está invicto há 8 jogos, portanto, toda atenção será necessária.

Jogo para vencer e fazer gol fora. Se pensar só em eliminar o jogo de volta, o tricolor pode voltar para casa com derrota.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Semana Histórica



TBZ. Três letras que todo o gremista irá ler com freqüência durante os próximos 4 anos. É do grupo português TBZ com a empreiteira brasileira OAS a responsabilidade pela construção da arena do clube no Bairro Humaitá.

Projeto audacioso e que impulsionará o tricolor a vôos ainda mais altos. A escolha de não ser na Azenha foi a mais adequada. Eliminou-se o risco de derrubar o Olímpico sem ter outro estádio pronto, afinal não se pode confiar numa empresa - mesmo que sob contrato - integralmente. Temos experiência nisso.

Então, que seja num outro local, com mais espaço e de acesso privilegiado. Uma nova casa, que como diz o site do tricolor: Agora além da melhor torcida, o melhor estádio!


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A semana se encerra com boas notícias para o tricolor. Com uma equipe composta por jogadores reservas o Grêmio foi a Campo Bom e ganhou do já rebaixado 15 de Novembro. E mais, goleou.

O adversário era frágil e uma vitória mesmo que jogando fora de casa já era de se esperar. Mas o melhor da noite foi à boa impressão causada pelos jogadores que não vinham jogando. Sobretudo, Jonas, Anderson Pico e o recém chegado das categorias de base Felipe Mattioni. Jonas mostrando que pode ser opção imediata para o ataque, Pico e Felipe para as laterais.

O adversário no mata-mata poderia ser melhor. Pegar logo o Juventude nas quartas-de-final está longe de ser o confronto mais tranqüilo que o Grêmio poderia ter. O time da Serra não passa por seu melhor momento, se arrastando numa crise desde o rebaixamento no Brasileirão do ano passado. As mudanças no comando técnico durante o Gauchão prejudicaram ainda mais o desempenho do time. No entanto, segue sendo o time de maior tradição nos últimos anos do interior.

O jogo no Centenário (o Alfredo Jaconi passa por reformas) não será fácil, estádio cheio, e a equipe, agora treinada pelo ex-goleiro Zetti, motivada a mostrar que não é filial do Grêmio. O que na realidade é uma grande bobagem, o empenho que o Juventude entra contra o Grêmio é exatamente igual ao que entra contra a outra equipe da capital. O que muda é o adversário, por conseqüência o resultado. Mas isso são números, se o tricolor leva a melhor sobre o time de Caxias é por méritos de ter encarado com respeito e como um adversário de igual para igual, e é assim que Celso Roth tem que mandar seu time a campo amanhã.

É jogo para vencer e manter a melhor campanha entre todos os times do Gauchão, e seguir decidindo os confrontos em casa.

Em tempo, Pereira está fora, Jean é o substituto natural para a posição, de resto é time completo. Ainda sem Soares, e com Reinaldo na frente.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Vitória nos Plátanos



Celso Roth nos ouviu. Quem disse que ele não lê este blog? Depois das mudanças diante do Caxias o técnico gremista ponderou. Recolocou Roger na meia-esquerda e escalou dois homens de frente: Perea e Reinaldo (diríamos que ele não nos ouviu integralmente, mas tudo bem).

A vitória por 3 a 2 diante do Santa Cruz nos Plátanos foi mais apertada do que se imaginava, o Grêmio apresentou uma fragilidade na bola aérea e por pouco não deixou de ganhar o jogo. Porém, se a zaga falha na bola aérea atrás, faz gol na frente. Pereira, de cabeça, mais titular do que nunca. Jean que espere até a primeira furada - que vai acontecer - mas até lá deixem o Pereirão.

Mais uma vez Tadeu sai do banco para fazer o gol da vitória. Roth ainda não o enxerga como substituto imediato na ausência dos titulares Soares e Perea, no entanto suas atuações são indiscutivelmente melhores que as de Reinaldo. Maylson mais uma vez não joga nem bem, nem mal, por que simplesmente não joga, se esconde, e a insistência com esse jogador torna-se cada vez mais inexplicada.

Na esquerda segue a indefinição, Anderson Pico ou Hidalgo. O peruano larga na frente, mesmo que Pico tenha começado bem o ano. Nas demais posições as coisas parecem mais bem definidas. A direção garante que mesmo conquistando a primeira posição do grupo, não poupará jogadores.

Uma boa escolha, afinal a hora de conhecer o time é agora, e o Celso pelo visto ainda está conhecendo.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Não Precisa Mudar



A lógica para um time que vem conseguindo bons resultado é que ele mantenha, sempre que possível seu jeito de jogar. Isso passa pela escalação de jogadores, é claro, mas também, e principalmente, pela estrutura tática da equipe.

O Grêmio conseguiu achar uma forma eficiente de jogar mais cedo do que se imaginava, para um time em formação, neste ano de 2008. Wagner Mancini estabeleceu um 4-4-2 clássico, colocando à frente um jogador mais fixo (Tadeu) ao lado de um de maior movimentação (André Luiz). Deu certo. Tanto que ao assumir o time, Celso Roth manteve essa estrutura, mesmo que com o decorrer dos jogos o tricolor ainda estreasse alguns de seus principais reforços para essa temporada.

Com isso, houve o ingresso de Perea e Soares. Um acréscimo indiscutível de qualidade, que aumentou o poder ofensivo do time, com jogadores mais efetivos. Ajudados é claro, com a nova dupla de meias, Roger e Dos Santos. Portanto, mudaram as peças, aumentou a qualidade técnica do time, mas não mudou a estrutura tática da equipe, e os resultados continuaram sendo favoráveis.

Pois bem, chegamos ao jogo diante do Caxias ontem no Olímpico. Ao ver a escalação não encontrei nenhuma razão para que Roth modificasse a maneira do time jogar. Além de retirar um atacante, ele mexeu no posicionamento de Roger. Segundo o técnico gremista, Roger seria um “falso atacante”, um meia mais avançado.

Uma escolha que custaria caro para o Grêmio, afinal Roger não tem essa característica, pois a velocidade nunca foi sua maior virtude. O resultado foi um Grêmio confuso no primeiro tempo, com a entrada de Anderson Pico congestionando um meio-campo repleto de jogadores com estilos semelhantes. Roger mais a frente, nem de perto contribuiu como em outros jogos.

Na segunda parte do jogo, Celso Roth tentou consertar seu erro. Saiu Pico e entrou Reinaldo, reestruturando a equipe taticamente, mas cometendo seu segundo equivoco da noite. Reinaldo até agora não mostrou sequer uma virtude que justificasse mais uma chance na equipe. Mais uma vez, seguiu sem mostrar. Definitivamente trata-se do atacante mais limitado que vestiu a camiseta do Grêmio esse ano.

Uma partida equilibrada, onde o Grêmio mudou sem precisar mudar, o Caxias com enormes cuidados defensivos não levou grandes sustos, e o empate de 0 a 0 acabou sendo o placar mais justo.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Vitória Suada

À tarde no Santa Rosa foi de sorte e azar para o Grêmio. A vitória contra o Novo Hamburgo coloca o tricolor matematicamente na próxima fase, e essa é a melhor notícia em uma partida de pouco futebol, em que o tricolor teve sorte e azar.

As baixas da tarde começaram cedo. Soares saiu logo aos 6 minutos de jogo, sentindo o joelho, Perea também deixou o campo com lesão no joelho após o fim do primeiro tempo. A lesão de Soares preocupa mais, entretanto ele será reavaliado durante a semana.

A vitória foi apertada, como se espera em jogos no interior do estado, no entanto permitiu ao time se preocupar agora somente em atingir a maior pontuação entre todos os clubes do Gauchão. Dessa forma, segundo o regulamento, se o Grêmio ficar em primeiro na pontuação geral, decidirá seus jogos no Olímpico até o fim do campeonato.

Essa é a meta até o fim da primeira fase, e esse benefício pode ser determinante para a conquista do título.

O jogo desse último domingo não foi nem de perto o melhor do Grêmio nessa temporada, o time enfrentou muitas dificuldades no primeiro tempo e no segundo simplesmente não jogou. O destaque individual foi Pereira, de incontestável à intocável, segue “espanando” o perigo ao lado do sempre discreto e seguro Léo.

A decisão de Celso Roth de recuar um pouco Julio dos Santos comprometeu o meio-campo do time, ele não só fez cair o rendimento do paraguaio como isolou Roger. A bola chegou pouco no meia, que fez no máximo três lançamentos durante o jogo, bem abaixo do que vem fazendo desde sua chegada.

Mesmo assim, a colaboração de Roger para o time não ficou totalmente comprometida, embora com menos freqüência, ele seguiu procurando os atacantes, inclusive chegando à frente em uma situação clara de gol. Faltou sorte.

Sorte que não abandona Perea, que mesmo saindo machucado, marcou o único gol do jogo. O colombiano tem estrela e é oportunista.

O que mais podemos querer dele? Só que volte logo.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Vitória e descanso

A semana começa com folga para o tricolor. Após a vitória tranqüila contra Ulbra no sábado, o Grêmio tem uma semana para recuperar jogadores e seguir em frente na sua caminhada no Gauchão.

Nas duas ultimas partidas, Celso Roth escalou o que tem de melhor para seu meio-campo: Eduardo Costa, Magrão, Dos Santos e Roger. Além da já aprovada dupla de ataque, Perea e Soares. O técnico não fez nenhuma revolução tática em relação à Wagner Mancini, simplesmente organizou o time. Nada mais.

O resultado não poderia ser melhor. Duas vitórias, dez gols e a impressão que esses dois setores do time começam a se definir. Por outro lado, o setor defensivo segue sendo pouco exigido, impedindo assim uma melhor avaliação, sobretudo do recém chegado Jean.

O time continua em construção, Celso terá essa semana só de treinamentos para conhecer melhor o grupo, afinal há muito a ser feito. No entanto, as atuações, mesmo que contra adversários modestos, começam a dar a esperança de um promissor 2008 para tricolor.

Celso Roth chegou e as perspectivas melhoraram. Quem diria...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Grêmio 6 a 0 com todo o respeito



A goleada de 6 a 0 do Grêmio frente ao Jaciara é tão empolgante quanto insuficiente para uma maior análise da condição atual do time. As duas primeiras etapas da Copa do Brasil servem como um laboratório para o restante do torneio. Os times que não conseguem uma vitória por dois gols de diferença na primeira partida fazem uso do segundo jogo como um treino de luxo, e foi exatamente isso que aconteceu com o tricolor.

O modesto Jaciara não é melhor que nenhum time do Gauchão, portanto as facilidades encontradas na noite de ótimo publico no Olímpico eram esperadas. Um primeiro tempo de bom ritmo, com espaços para os atacantes, que com muita movimentação dividiram com Paulo Sérgio e Anderson Pico os méritos das investidas ofensivas do time.

No segundo, o ritmo diminuiu afinal o placar já estava feito, mas nem isso fez com que o Grêmio parasse de empilhar gols no xará mato-grossense.

A noite foi de Edixon Perea. Pouco se sabia sobre o colombiano, a ausência de gols já preocupava e por mais que viesse apresentando um bom futebol nesses 5 jogos desde sua estréia, atacante vive de gols. Não é necessário que jogue bem, basta que faça gols.

Pois esse jogo contra o Jaciara não só fez com que Perea fizesse 4, como deu ao torcedor gremista a sensação, depois de anos, de ter uma dupla de ataque sólida: Perea e Soares.
O primeiro sabe driblar e é oportunista, o segundo é rápido e tem bom passe. Ou seja, se completam.

Para sábado, a expectativa é que Roger - que teve mais uma boa atuação - tenha ao seu lado Julio dos Santos desde o inicio da partida. É fundamental que Celso Roth comece a colocar o time ideal o quanto antes para jogar junto, afinal nem todos os adversários são como o Jaciara. Os gols que sobraram ontem não podem faltar sábado.

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O assunto Arena voltou aos noticiários. Muitas informações, e poucas certezas. Portanto vamos aguardar um pouco para maiores conclusões. Por hora, é indiscutível que o Humaitá é o local ideal, perto do aeroporto e de fácil acesso.

Para os mais saudosistas, que assim como eu sentirão saudades do Olímpico, é bom lembrar que o Olímpico nem sempre foi a casa do Grêmio, portanto a mudança é natural e necessária.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Mais um susto, mais uma virada

A história de quinta-feira se repetiu hoje na Montanha dos Vinhedos, no primeiro jogo do returno entre Esportivo e Grêmio. Mesmo placar e mais uma virada do tricolor.

À tarde ensolarada na Serra serviu além da consolidação da liderança isolada, e a condição de melhor campanha no Gauchão, para algumas definições importantes para o tricolor gaúcho.

Celso Roth viu pela primeira vez desde sua chega à bola aérea decidir o jogo para o Grêmio, também a afirmação de Willian Magrão como jogador mais versátil desse meio-campo que aos poucos vai se formando. Além da recuperação de um remanescente da Batalha dos Aflitos, Pereira. Que se não serve como solução, na falta de melhores opções não vem comprometendo.

O Grêmio de hoje jogou mais pelos dois lados do campo, ao contrário da partida do Olímpico onde as jogadas sobrecarregaram o lado direito. Pico foi mais acionado hoje do que Bruno Teles na quinta-feira, dividindo assim as investidas ofensivas com Paulo Sérgio.

Resta saber agora, como ficará a lateral esquerda com o retorno de Hidalgo. Três laterais com características diferentes. Roth definirá um titular ou irá escalar conforme o adversário? Aguardemos.

Nunes não comprometeu, Maylson mais uma vez foi improdutivo e prejudicou a equipe com sua expulsão logo no inicio do segundo tempo, expulsão na qual fez com que o Esportivo crescesse e pressionasse o Grêmio nos minutos seguintes.

A boa novidade da tarde ficou por conta de Julio dos Santos. Seis meses sem jogar, depois de poucas oportunidades no Bayer de Munich e no Almería, chegou e se impôs. Bom passe, disciplina tática, além de ótima estatura. Apesar de não ter encostado tanto no ataque quanto o esperado, sua estréia rendeu elogios de Celso Roth.

Por fim, a dupla de frente Perea e Soares se entendeu bem. Mesmo que Soares não tenha feito seu melhor, certamente será titular. Perea mais uma vez jogou bem e não fez gol. Mas isso é questão de tempo.
Quarta-feira contra o modesto Jaciara no Olímpico será a ocasião perfeita para o colombiano. Roger e Eduardo Costa estarão de volta.

E o André Luiz, alguém lembra dele? Certamente será melhor opção ofensiva na quarta, do que Reinaldo foi hoje. Em breve, Celso Roth enxergará isso.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Recomeço Tricolor

A saída de Mancini me incomodou. Pegou a todos nós tricolores, satisfeitos com os resultados dessa temporada, desconfiados.
Uma mudança logo de inicio por si só poderia desestabilizar o ambiente, mas se não bastasse isso veio à escolha de Celso Roth. O velho Roth. Não de idade, mas velho conhecido da torcida.

Os gremistas gostam do estilo gaúcho de Roth. Não dele necessariamente, as manifestações após o anúncio de seu nome para dirigir o time comprovam isso. Só que o problema não está no seu defensivismo, tampouco no mal-humor apresentado a cada entrevista, o problema de Celso Roth é seu currículo.
Dezoito anos de carreira, passagens por grandes clubes do futebol brasileiro e apenas três títulos: Dois estaduais e um regional. É pouco.

Com Mancini, mesmo com uma equipe mais faceira do que estavamos acostumados a ver, a perspectiva era outra. Mancini era uma aposta, assim como Mano Menezes foi um dia. Celso Roth é a segurança, todos o conhecem e sabem do que ele pode, e não pode fazer pelo time. Na busca de não correr riscos, ele foi chamado.

Sua estréia contra o Esportivo foi exatamente aquilo que todos esperavam. Vitória apertada, muita marcação e pegada. O adversário impôs as dificuldades previsíveis de uma equipe que faz excelente campanha nesse Gauchão. O time de Bento Gonçalves demonstrou uma forma moderna de jogar. Não deu chutão, atacou e defendeu em bloco explorando em alta velocidade os contra-ataques. Alternativa inteligente, para uma equipe que joga fora de casa. Postura que até boa parte do jogo se mostrou eficaz.

O Esportivo resistiu, mas não suportou a pressão imposta no segundo tempo de jogo pelo Grêmio. E quando se estréia um técnico o importante é ganhar, e isso o tricolor conseguiu.
As boas notícias da noite ficaram por conta da dupla Roger-Perea. Duas apostas da temporada, jogadores com potencial, mas que buscam no tricolor uma reafirmação e que já demonstram que podem conseguir.

Na vitória de 2 a 1, de virada, sob o Esportivo ambos mostraram que estão se entendendo cada vez mais. Perea certamente o melhor em campo, Roger o mais efetivo. Talvez o que tenha até aparecido mais. Não importa, a contribuição deles fortalece o ataque do Grêmio. Ataque que já conta com Soares, que em poucos minutos mostrou velocidade e passe qualificado.

A lesão no tornozelo de Bruno Teles e a suspensão de Eduardo Costa foram as baixas da partida.
Problemas que o novo técnico terá que resolver em três dias. Dias que servirão também para conhecer melhor o grupo e prepará-lo para o difícil confronto de domingo na Montanha dos Vinhedos contra esse mesmo Esportivo.

Celso Roth não tem tempo a perder, seu retorno e a desconfiança existente sobre si, não permitem deslizes.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Mudanças no estádio Olimpico

O Grêmio de 2008 ainda não mostrou sua cara. Nenhuma grande atuação, nenhum bom resultado e muita desconfiança resultaram em muitas críticas sobre o técnico Vágner Mancini.

O Tricolor, vice-líder do grupo 1 do Gauchão, vem fazendo uma campanha razoável se falarmos de números. Mas o futebol apresentado...
Na estréia da Copa do Brasil, na última quarta-feira, o time venceu o modesto Grêmio Jaciara por apenas 1x0, em um jogo frio, sem dedicação e entrega de grande parte dos atletas. A culpa mais uma vez caiu sobre o técnico. Vagner Mancini deixou o cargo na noite passada, quando recebeu a notícia que deixaria o clube, por telefone.

Mudanças devem ocorrer. Mancini mostrou ser um bom técnico, mas ainda é bastante inexperiente. Ele precisaria de tempo para acertar um time mediano, que tem muitas limitações. A qualidade do treinador não é questionada e acredito que não deve ser. Mancini é novo e ainda pode ser um grande técnico do futebol nacional. Mas o Grêmio de 2008 não pode correr este risco.

A diretoria do Grêmio fez uma aposta parecida em 2005. Mano Meneses era novo, inexperiente, mas tinha uma segunda divisão pela frente. E tinha tempo para montar uma equipe. E montou. Vágner não teria esse tempo. O Grêmio precisa ter a certeza de bons resultados. E para ter essa certeza, nada melhor que um velho conhecido do torcedor gremista: Celso Roth.

Ele que já salvou o Grêmio de ir parar na segundona agora vem para tentar títulos, e é isso que o torcedor espera. Celso Roth foi campeão da Copa Sul e de um Gauchão pelo Tricolor. Em 89 partidas no comando do Grêmio, Roth venceu 46 vezes, perdeu 24 e empatou 19 vezes.

O técnico se apresenta na segunda. Domingo, contra a Ulbra, o time será orientado por Julinho Camargo, técnico do time Junior.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Grêmio vence, não joga bem e não garante vaga na próxima fase

Mais uma vez o time do Grêmio decepcionou seu torcedor. Fazendo a sua estréia na Copa do Brasil, o Tricolor venceu o Grêmio Jaciara do Mato Grosso por apenas um a zero.

Lentidão e falta de objetividade foram as características do Imortal na partida. O time praticamente não corria. A falta de vontade, prefiro ver esta situação assim, quase resultou na vitória do Jaciara. Anderson Pico salvou uma bola em cima da linha aos 40 minutos da etapa complementar.

A superioridade do Grêmio é indiscutível, isso ficou bem evidente nos minutos finais da partida, quando o time de Porto Alegre tentou pressionar, e assim, causou um grande transtorno na defesa do Jaciara. Em cruzamento de Paulo Sérgio, Tadeu abriu o placar para o Grêmio. Com um a zero no marcador, o Grêmio foi pra cima e quase fez o gol que daria a classificação sem o jogo de volta. Bola na área, Tadeu escorou de cabeça, Eduardo Costa dominou de peito e quase fez um bonito gol.

Mas o Grêmio não merecia sair de Cuiabá com a classificação, o time não correu, não teve a dedicação necessária para derrotar um adversário muito fraco por um placar igual ou superior a dois gols de diferença.

O Tricolor tem compromisso pelo Gauchão no próximo domingo contra a Ulbra em Canoas e recebe o Jaciara no dia 27 de fevereiro pelo jogo de volta da primeira fase da Copa do Brasil.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Grêmio pode ter novidades contra o Novo Hamburgo

A principal contratação do tricolor em 2008 foi o meia Roger. Em um time sem nomes de peso, que não vem fazendo bons jogos, enfim, um time que passa muita desconfiança, Roger chega para ser a solução.

Segundo a imprensa da capital, o meia treinou muito bem quando participou do time titular. Bons passes, lançamentos e movimentação. Na realidade, essas sempre foram as qualidades do jogador, que nem sempre se firmava nos times por outros motivos bem diferentes. Mas acredito que no Grêmio será bem diferente. Em Porto Alegre, Roger terá um time que jogará para ele. Ou seja, as jogadas passarão por ele, o time vai depender dele. E aí vejo um ponto positivo. Espero que Vagner Mancini pense da mesma forma.

Outra boa novidade pode ser o atacante Perea. O jogador chegou a Porto Alegre na quinta e fala que pode ir a campo no sábado. O colombiano marcou dois gols no empate contra o Uruguai.


O Grêmio é terceiro colocado da chave 1 com 8 pontos. Se vencer, pode voltar à liderança do grupo, que tem o Esportivo no topo da tabela.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Tricolor vence e assume a liderança

O Grêmio enfrentou o Santa Cruz ontem à tarde no Olímpico. Depois da péssima partida diante da Sapucaiense, o tricolor precisava de um bom resultado. O bom futebol ainda não veio. Anderson Pico e Eduardo Costa continuam sendo o ponto forte do time. Mas uma boa surpresa começa a pintar aos poucos.

Willian Magrão não vem fazendo atuações de encher os olhos, mas está atuando bem. Ontem ele deu um ótimo passe para André Luis que entrou na área, bateu pro gol, o goleiro espalmou e Willian Magrão completou, fazendo o gol da vitória.

O Santa Cruz é um adversário fraco. Apesar de Vágner Mancini dizer que o time está evoluindo, ainda falta muita coisa a ser feita.

O Grêmio espera pelo jogo do Esportivo contra a Sapucaiense. Se o time de Bento Gonçalves vencer chega aos 9 pontos e assume a liderança do grupo.

Um fato interessante deve ser destacado. Lucas Leiva, ex-Grêmio, é o primeiro jogador brasileiro a marcar um gol com a camisa do Liverpool. O jogo foi pela Copa da Inglaterra contra o
Havant and Waterlooville, vencido pelos Reds por 5x2. Uma das grandes promessas do tricolor começa a ganhar seu espaço na Europa. O jogador foi convocado por Dunga para o amistoso da Seleção Brasileira conta a Irlanda.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Grêmio tropeça contra a Sapucaiense

3x0 na estréia.
Como eu disse, o que valeu foi apenas o resultado e os 3 pontos.

O Tricolor mostrou um péssimo futebol e apenas empatou. O time é muito limitado. Eduardo Costa, Léo e Anderson Pico são os destaques positivos da temporada. Os três jogadores vêm mostrando um bom futebol, seguro, e são a boa notícia pro torcedor do Grêmio. Tadeu foi bem contra a Sapucaiense. Que ele continue evoluindo e mostrando um bom futebol.

Acredito que esse time do Grêmio não briga nem pelo título do Gauchão.
Agora é apostar na gurizada e na Imortalidade!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Caras novas no Tricolor

O técnico Vagner Mancini passa a contar com Maylson e Rafael Carioca a partir de quinta-feira.

Os dois foram destaque do time que disputou a Copa SP de futebol Júnior. Duas grandes promessas que podem acrescentar ao grupo.

Na falta de recursos, a aposta fica sempre na base. A sorte de Mancini é que o Grêmio sempre revela craques, desta vez a aposta é em Rafael e Maylson, que até fez parte do grupo de Mano Menezes em 2007.

Roger e Perea continuam trabalhando a parte física e podem estreiar em fevereiro.
O próximo desafio do Tricolor é quarta-feira(23/01) fora de casa contra o Sapucaiense, que fez uma ótima campanha na Segundona do ano passado.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Grêmio vence na estréia

O time do Grêmio venceu o 15 de Novembro por 3x0, mas o que vale, não é o placar, nem o futebol apresentado, e sim, os três pontos.

O resultado serviu de alguma forma sim, saldo de gols, que pode ser importante na reta final. O 15 é um time bem fraco, não é nem de perto aquele 15 da final do Gauchão de 2005.

Léo, o melhor zagueiro do elenco fez o primeiro gol após falha do goleiro Marcio. Anderson Pico fez um bonito gol de fora da área. Acredito que essa foi uma boa surpresa, Pico teve uma boa atuação. E Willian Magrão fez o terceiro gol fechando o placar para o Tricolor. André Luiz também fez uma boa estréia pelo tricolor. Veremos se o jogador terá continuidade.

A vitória foi boa para o tricolor? Claro! Mas é preciso colocar os pés no chão e ter a consciência de que o Grêmio não tem um bom time, ainda. É claro, com o passar do tempo pode se fazer de um grupo não tão bom no papel, um time competitivo na prática.

Perea se apresentou, Roger, Rodrigo Mendes e Bruno Telles estão se recuperando de lesão. A minha aposta fica nesses três jogadores. Bruno, Rodrigo e Roger podem acrescentar bastante ao time. Roger pela qualidade; Bruno pelo que mostrou quando estava bem fisicamente(é uma aposta) ; e Rodrigo Mendes pela identificação que criou com o clube. Perea, é mais uma dúvida!