quarta-feira, 4 de junho de 2008
Primeira derrota
O Grêmio teve contra o Vasco, em São Januário, a possibilidade de vencer a partida, porém não soube lidar com a vantagem que adquiriu no primeiro tempo e botou fora o resultado. O tricolor vencia o jogo, jogava melhor e acabou desperdiçando a chance de ampliar o placar, permitindo assim a virada.
Por determinação de Celso Roth, o Grêmio recuou no segundo tempo, chamou o adversário para o seu campo e sofreu dois gols. Uma postura tímida, por vezes covarde, defendida pelo técnico na entrevista coletiva após o jogo.
Roth, ao falar de suas substituições, defendeu que “o empate era um bom resultado” e por isso, a orientação para uma postura defensiva no segundo tempo. Argumento compreensível para um time que joga fora, mas considerando a fragilidade do Vasco e o conturbado momento que passa o time carioca, era jogo para ganhar. Sobretudo pela visível superioridade técnica do tricolor vista no primeiro tempo.
Domingo é contra o Fluminense, adversário que independente de vir ao Olímpico com o time titular ou não, trará dificuldades. Porém, para esse jogo, o que se espera é outra atitude do time, buscando a vitória, sem se intimidar com o adversário.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Juntando os cacos
A permanência de Celso Roth tirou do Grêmio a possibilidade de recuperar o ano. A insistência num técnico incapaz de dirigir grandes clubes faz com que às mudanças que o Grêmio passou a fazer, desde as humilhantes eliminações no Gauchão e na Copa do Brasil, sejam insuficientes. Tudo passa pelo técnico. O Grêmio já começa errado em manter um comandante fracassado.
A saída de Paulo Pelaipe era necessária, o ex-diretor já estava desgastado e com muita autonomia no departamento de futebol do clube. Tudo era centrado nele, com o aval do Presidente Paulo Odone, sempre assistindo a distância. Agora chega André Krieger, que já teve passagens sem brilho pelo clube, trazendo consigo um estilo mais apaziguador, por vezes, excessivamente burocrático.
O erro está em sair de um extremo para outro. Não há nada que impedisse Krieger e Pelaipe de trabalharem juntos, dividindo a função e o poder frente ao futebol gremista.
As mudanças imaginadas pelos torcedores, após os fracassos nas duas primeiras competições do ano, não estão sendo tão profundas como deveriam. Algumas dispensas se justificam, outras não. E as contratações até o momento não empolgam.
Amaral é um mero volante, da confiança de Roth – o que não é uma virtude – que poderá acrescentar muito pouco. Trata-se de um jogador que fará número na casamata, nada mais.
No entanto, a confirmação de Tcheco, como reforço a partir de Junho, dá ao técnico uma boa opção para o meio. Tcheco fez muito pelo clube e tem a simpatia da torcida, se bem aproveitado certamente será um jogador importante. Uma projeção de meio campo com Eduardo Costa, Magrão, Tcheco e Roger, sem dúvida é um alento para os tricolores. Que contarão também com Rodrigo Mendes, que enfim estará a disposição.
Por fim o amistoso
A impressão nesse recomeço tricolor não poderia ser mais preocupante. Faltam menos de duas semanas para o começo do Campeonato Brasileiro e a torcida segue sem perspectivas de ter um time competitivo. A oportunidade que o Grêmio teve, nesse período sem jogos oficias, parece ter sido desperdiçada.
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Os gremistas se sensibilizaram com a entrevista de Jardel. O jogador passa por um momento difícil e precisa de ajuda. Jardel não é só mais um jogador que passou pelo Grêmio, trata-se de uma das figuras mais importantes da história do clube.
Um grande artilheiro, vencedor e que hoje precisa reconstruir sua vida e ter um final de carreira digno, à altura de tudo que representou. Por isso, o clube tem que ampará-lo.
Jardel é um ídolo do tricolor, e o Grêmio tem o dever de valorizar e cuidar de seus ídolos.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Hora de recomeçar
O Grêmio pagou caro por ter apostado num técnico que todos já sabiam o máximo que poderia oferecer. Celso Roth não é um técnico vitorioso, é experiente, há dezoito anos trabalha no futebol, mas nunca nesse tempo todo, dirigindo equipes por todo o Brasil, ganhou títulos expressivos. E o Grêmio sabia disso, os dirigentes o conheciam, e nada mais do que ele ofereceu ao Grêmio, Roth poderia fazer.
Celso acertou ontem, poderia até se classificar, mas perderia logo adiante. O desgaste dele no cargo era enorme, um técnico mal-humorado, teimoso, passivo nos momentos decisivos, como ocorreu na hora das cobranças de pênaltis, e o pior, um técnico que volta e meia inventa. O resultado de suas invenções nunca foram positivos, as surpresas que Celso Roth sempre preparou na escalação de suas equipes nunca surtiram efeito satisfatório, ao contrário de Mano Menezes, que sempre quando surpreendia, sobretudo em clássicos, era mexendo em posições estratégicas que confundiam totalmente a marcação do adversário. Já as surpresas de Celso Roth sempre confundiram o próprio Grêmio.
Com o primeiro semestre do ano perdido, o Grêmio tem que olhar para frente. A equipe terá a partir de agora um mês de preparação para a segunda parte da temporada, tempo de sobra para montar uma nova comissão técnica, dispensar os jogadores que não deram o retorno esperado, fazer uma reavaliação do trabalho de Paulo Pelaipe, e o mais importante, buscar reforços. No mínimo cinco, para que assim o Grêmio possa fazer uma campanha dentro de sua grandeza tanto no Campeonato Brasileiro, como também na Copa Sul-Americana. A torcida gremista, que em todos os jogos apóia e canta os 90 minutos, merece.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Grêmio cai no Gauchão
O Grêmio sucumbiu diante do Juventude,
A tragédia foi anunciada antes mesmo de o jogo começar. A escalação da equipe logo que foi anunciada, surpreendeu e preocupou todos os gremistas. Pois o Grêmio mais uma vez mudava de esquema tático. Primeiro, na quarta-feira, na constrangedora derrota para o Atlético-GO, Celso Roth iniciou a partida com o habitual 4-4-2, com o decorrer do jogo, passou para o 3-5-2 e o time piorou.
A intenção de Roth era povoar o meio-campo, e conseguiu. Porém, talvez o que o técnico desconsidere, é que não basta ter jogadores a mais no meio-de-campo do que o adversário, e sim, preencher o setor com jogadores que saibam jogar e com posições definidas. E o Grêmio não tinha nada disso. Com cinco jogadores no meio, somente dois jogaram.
A insistência em Nunes, não só prejudica a saída de bola do time, como obriga a mexer na posição de Eduardo Costa, que passa de primeiro, para segundo volante. Eduardo, claramente, não tem qualidade suficiente para ficar tão próximo dos meias. Uma função que exige também chegar à frente, como tão bem vinha fazendo William Magrão.
Os erros nas escolhas do treinador, prosseguiram durante a partida. Roth viu seu time levar um banho de bola no meio, com o veterano Lauro desfilando com toda a liberdade dentro do “povoado” meio-campo gremista. Mesmo assistindo seu esquema ruir, Celso permanecia estático na beira do gramado, esperando talvez que um milagre acontecesse no Olímpico, e todas as suas escolhas, de repente, como num passe de mágica, começassem a dar certo.
Celso Roth justificou suas lambanças alegando, que as ausências de jogadores lesionados obrigaram a fazer tais modificações. É verdade em parte, o Presidente Paulo Odone, e o diretor de futebol Paulo Pelaipe também explicaram a derrota da mesma forma. Só que o que eles ignoraram, é o fato que nem todos os lesionados são peças fundamentais para o time, alguns nem titulares são. O que evidentemente, não tornaria necessária tantas modificações, sobretudo nas laterais.
Depois da tragédia e da humilhação, restou a Copa do Brasil. Um jogo que pode marcar a recuperação do time, ou mergulhá-lo numa crise sem precedentes. As perspectivas não poderiam ser piores, e o Grêmio aos poucos vai pagando amargamente por suas escolhas.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Rumo à Semi
O Grêmio venceu o Juventude em Caxias do Sul e está com um pé na semi-final do Gauchão. A vitória do tricolor na Serra era o mais provável que poderia acontecer, haja vista a diferença entre as equipes, tanto que o Juventude, a fim de provar que não facilita para o tricolor, entrou em campo com uma gana acima do normal. Em vão.
O time da Serra marcou, bateu, e até ofereceu perigo em suas investidas ofensivas. Mas o time alvi-verde tem uma defesa fraca. E para uma defesa fraca, até um atacante, sem tantos recursos, como é o caso de Reinaldo, se dá bem. Foram dois gols, que para quem vinha mostrando tão pouco, serve como alento. Um excelente recomeço para o ex-botafoguense.
Roth surpreendeu no sábado com a não-inclusão de Julio dos Santos no time. Para seu lugar entrou Rudinei, que mais uma vez fez boa partida. Entretanto, é cedo para tirar o paraguaio do time, e mais cedo ainda para confiar à Rudinei a condição de titular.
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O joga mais importante da semana é o da Copa do Brasil. Com a classificação encaminhada no Gauchão, as atenções se voltam para a competição nacional, prioridade máxima no semestre, o Grêmio se vê diante do Atlético - GO nesta quarta-feira.
Um adversário que faz boa campanha no campeonato goiano e que certamente vai endurecer o jogo no Serra Dourada. O time de Goiás está invicto há 8 jogos, portanto, toda atenção será necessária.
Jogo para vencer e fazer gol fora. Se pensar só em eliminar o jogo de volta, o tricolor pode voltar para casa com derrota.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Semana Histórica
TBZ. Três letras que todo o gremista irá ler com freqüência durante os próximos 4 anos. É do grupo português TBZ com a empreiteira brasileira OAS a responsabilidade pela construção da arena do clube no Bairro Humaitá.
Projeto audacioso e que impulsionará o tricolor a vôos ainda mais altos. A escolha de não ser na Azenha foi a mais adequada. Eliminou-se o risco de derrubar o Olímpico sem ter outro estádio pronto, afinal não se pode confiar numa empresa - mesmo que sob contrato - integralmente. Temos experiência nisso.
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A semana se encerra com boas notícias para o tricolor. Com uma equipe composta por jogadores reservas o Grêmio foi a Campo Bom e ganhou do já rebaixado 15 de Novembro. E mais, goleou.
O adversário era frágil e uma vitória mesmo que jogando fora de casa já era de se esperar. Mas o melhor da noite foi à boa impressão causada pelos jogadores que não vinham jogando. Sobretudo, Jonas, Anderson Pico e o recém chegado das categorias de base Felipe Mattioni. Jonas mostrando que pode ser opção imediata para o ataque, Pico e Felipe para as laterais.
É jogo para vencer e manter a melhor campanha entre todos os times do Gauchão, e seguir decidindo os confrontos em casa.
Em tempo, Pereira está fora, Jean é o substituto natural para a posição, de resto é time completo. Ainda sem Soares, e com Reinaldo na frente.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Vitória nos Plátanos
Celso Roth nos ouviu. Quem disse que ele não lê este blog? Depois das mudanças diante do Caxias o técnico gremista ponderou. Recolocou Roger na meia-esquerda e escalou dois homens de frente: Perea e Reinaldo (diríamos que ele não nos ouviu integralmente, mas tudo bem).
A vitória por
Mais uma vez Tadeu sai do banco para fazer o gol da vitória. Roth ainda não o enxerga como substituto imediato na ausência dos titulares Soares e Perea, no entanto suas atuações são indiscutivelmente melhores que as de Reinaldo. Maylson mais uma vez não joga nem bem, nem mal, por que simplesmente não joga, se esconde, e a insistência com esse jogador torna-se cada vez mais inexplicada.
Na esquerda segue a indefinição, Anderson Pico ou Hidalgo. O peruano larga na frente, mesmo que Pico tenha começado bem o ano. Nas demais posições as coisas parecem mais bem definidas. A direção garante que mesmo conquistando a primeira posição do grupo, não poupará jogadores.
Uma boa escolha, afinal a hora de conhecer o time é agora, e o Celso pelo visto ainda está conhecendo.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Não Precisa Mudar
A lógica para um time que vem conseguindo bons resultado é que ele mantenha, sempre que possível seu jeito de jogar. Isso passa pela escalação de jogadores, é claro, mas também, e principalmente, pela estrutura tática da equipe.
Pois bem, chegamos ao jogo diante do Caxias ontem no Olímpico. Ao ver a escalação não encontrei nenhuma razão para que Roth modificasse a maneira do time jogar. Além de retirar um atacante, ele mexeu no posicionamento de Roger. Segundo o técnico gremista, Roger seria um “falso atacante”, um meia mais avançado.
Uma escolha que custaria caro para o Grêmio, afinal Roger não tem essa característica, pois a velocidade nunca foi sua maior virtude. O resultado foi um Grêmio confuso no primeiro tempo, com a entrada de Anderson Pico congestionando um meio-campo repleto de jogadores com estilos semelhantes. Roger mais a frente, nem de perto contribuiu como em outros jogos.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Vitória Suada
À tarde no Santa Rosa foi de sorte e azar para o Grêmio. A vitória contra o Novo Hamburgo coloca o tricolor matematicamente na próxima fase, e essa é a melhor notícia em uma partida de pouco futebol, em que o tricolor teve sorte e azar.
Mesmo assim, a colaboração de Roger para o time não ficou totalmente comprometida, embora com menos freqüência, ele seguiu procurando os atacantes, inclusive chegando à frente em uma situação clara de gol. Faltou sorte.
Sorte que não abandona Perea, que mesmo saindo machucado, marcou o único gol do jogo. O colombiano tem estrela e é oportunista.
O que mais podemos querer dele? Só que volte logo.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Vitória e descanso
Nas duas ultimas partidas, Celso Roth escalou o que tem de melhor para seu meio-campo: Eduardo Costa, Magrão, Dos Santos e Roger. Além da já aprovada dupla de ataque, Perea e Soares. O técnico não fez nenhuma revolução tática em relação à Wagner Mancini, simplesmente organizou o time. Nada mais.
Celso Roth chegou e as perspectivas melhoraram. Quem diria...
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Grêmio 6 a 0 com todo o respeito
A goleada de
O modesto Jaciara não é melhor que nenhum time do Gauchão, portanto as facilidades encontradas na noite de ótimo publico no Olímpico eram esperadas. Um primeiro tempo de bom ritmo, com espaços para os atacantes, que com muita movimentação dividiram com Paulo Sérgio e Anderson Pico os méritos das investidas ofensivas do time.
No segundo, o ritmo diminuiu afinal o placar já estava feito, mas nem isso fez com que o Grêmio parasse de empilhar gols no xará mato-grossense.
A noite foi de Edixon Perea. Pouco se sabia sobre o colombiano, a ausência de gols já preocupava e por mais que viesse apresentando um bom futebol nesses 5 jogos desde sua estréia, atacante vive de gols. Não é necessário que jogue bem, basta que faça gols.
Pois esse jogo contra o Jaciara não só fez com que Perea fizesse 4, como deu ao torcedor gremista a sensação, depois de anos, de ter uma dupla de ataque sólida: Perea e Soares.
O primeiro sabe driblar e é oportunista, o segundo é rápido e tem bom passe. Ou seja, se completam.
Para sábado, a expectativa é que Roger - que teve mais uma boa atuação - tenha ao seu lado Julio dos Santos desde o inicio da partida. É fundamental que Celso Roth comece a colocar o time ideal o quanto antes para jogar junto, afinal nem todos os adversários são como o Jaciara. Os gols que sobraram ontem não podem faltar sábado.
O assunto Arena voltou aos noticiários. Muitas informações, e poucas certezas. Portanto vamos aguardar um pouco para maiores conclusões. Por hora, é indiscutível que o Humaitá é o local ideal, perto do aeroporto e de fácil acesso.
Para os mais saudosistas, que assim como eu sentirão saudades do Olímpico, é bom lembrar que o Olímpico nem sempre foi a casa do Grêmio, portanto a mudança é natural e necessária.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Mais um susto, mais uma virada
À tarde ensolarada na Serra serviu além da consolidação da liderança isolada, e a condição de melhor campanha no Gauchão, para algumas definições importantes para o tricolor gaúcho.
Celso Roth viu pela primeira vez desde sua chega à bola aérea decidir o jogo para o Grêmio, também a afirmação de Willian Magrão como jogador mais versátil desse meio-campo que aos poucos vai se formando. Além da recuperação de um remanescente da Batalha dos Aflitos, Pereira. Que se não serve como solução, na falta de melhores opções não vem comprometendo.
O Grêmio de hoje jogou mais pelos dois lados do campo, ao contrário da partida do Olímpico onde as jogadas sobrecarregaram o lado direito. Pico foi mais acionado hoje do que Bruno Teles na quinta-feira, dividindo assim as investidas ofensivas com Paulo Sérgio.
Nunes não comprometeu, Maylson mais uma vez foi improdutivo e prejudicou a equipe com sua expulsão logo no inicio do segundo tempo, expulsão na qual fez com que o Esportivo crescesse e pressionasse o Grêmio nos minutos seguintes.
A boa novidade da tarde ficou por conta de Julio dos Santos. Seis meses sem jogar, depois de poucas oportunidades no Bayer de Munich e no Almería, chegou e se impôs. Bom passe, disciplina tática, além de ótima estatura. Apesar de não ter encostado tanto no ataque quanto o esperado, sua estréia rendeu elogios de Celso Roth.
Por fim, a dupla de frente Perea e Soares se entendeu bem. Mesmo que Soares não tenha feito seu melhor, certamente será titular. Perea mais uma vez jogou bem e não fez gol. Mas isso é questão de tempo.
Quarta-feira contra o modesto Jaciara no Olímpico será a ocasião perfeita para o colombiano. Roger e Eduardo Costa estarão de volta.
E o André Luiz, alguém lembra dele? Certamente será melhor opção ofensiva na quarta, do que Reinaldo foi hoje. Em breve, Celso Roth enxergará isso.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Recomeço Tricolor
A saída de Mancini me incomodou. Pegou a todos nós tricolores, satisfeitos com os resultados dessa temporada, desconfiados.
Uma mudança logo de inicio por si só poderia desestabilizar o ambiente, mas se não bastasse isso veio à escolha de Celso Roth. O velho Roth. Não de idade, mas velho conhecido da torcida.
Dezoito anos de carreira, passagens por grandes clubes do futebol brasileiro e apenas três títulos: Dois estaduais e um regional. É pouco.
O Esportivo resistiu, mas não suportou a pressão imposta no segundo tempo de jogo pelo Grêmio. E quando se estréia um técnico o importante é ganhar, e isso o tricolor conseguiu.
As boas notícias da noite ficaram por conta da dupla Roger-Perea. Duas apostas da temporada, jogadores com potencial, mas que buscam no tricolor uma reafirmação e que já demonstram que podem conseguir.
Na vitória de
A lesão no tornozelo de Bruno Teles e a suspensão de Eduardo Costa foram as baixas da partida.
Problemas que o novo técnico terá que resolver em três dias. Dias que servirão também para conhecer melhor o grupo e prepará-lo para o difícil confronto de domingo na Montanha dos Vinhedos contra esse mesmo Esportivo.
Celso Roth não tem tempo a perder, seu retorno e a desconfiança existente sobre si, não permitem deslizes.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Mudanças no estádio Olimpico
O Tricolor, vice-líder do grupo 1 do Gauchão, vem fazendo uma campanha razoável se falarmos de números. Mas o futebol apresentado...
Na estréia da Copa do Brasil, na última quarta-feira, o time venceu o modesto Grêmio Jaciara por apenas 1x0, em um jogo frio, sem dedicação e entrega de grande parte dos atletas. A culpa mais uma vez caiu sobre o técnico. Vagner Mancini deixou o cargo na noite passada, quando recebeu a notícia que deixaria o clube, por telefone.
Mudanças devem ocorrer. Mancini mostrou ser um bom técnico, mas ainda é bastante inexperiente. Ele precisaria de tempo para acertar um time mediano, que tem muitas limitações. A qualidade do treinador não é questionada e acredito que não deve ser. Mancini é novo e ainda pode ser um grande técnico do futebol nacional. Mas o Grêmio de 2008 não pode correr este risco.
A diretoria do Grêmio fez uma aposta parecida em 2005. Mano Meneses era novo, inexperiente, mas tinha uma segunda divisão pela frente. E tinha tempo para montar uma equipe. E montou. Vágner não teria esse tempo. O Grêmio precisa ter a certeza de bons resultados. E para ter essa certeza, nada melhor que um velho conhecido do torcedor gremista: Celso Roth.
Ele que já salvou o Grêmio de ir parar na segundona agora vem para tentar títulos, e é isso que o torcedor espera. Celso Roth foi campeão da Copa Sul e de um Gauchão pelo Tricolor. Em 89 partidas no comando do Grêmio, Roth venceu 46 vezes, perdeu 24 e empatou 19 vezes.
O técnico se apresenta na segunda. Domingo, contra a Ulbra, o time será orientado por Julinho Camargo, técnico do time Junior.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Grêmio vence, não joga bem e não garante vaga na próxima fase
Lentidão e falta de objetividade foram as características do Imortal na partida. O time praticamente não corria. A falta de vontade, prefiro ver esta situação assim, quase resultou na vitória do Jaciara. Anderson Pico salvou uma bola em cima da linha aos 40 minutos da etapa complementar.
A superioridade do Grêmio é indiscutível, isso ficou bem evidente nos minutos finais da partida, quando o time de Porto Alegre tentou pressionar, e assim, causou um grande transtorno na defesa do Jaciara. Em cruzamento de Paulo Sérgio, Tadeu abriu o placar para o Grêmio. Com um a zero no marcador, o Grêmio foi pra cima e quase fez o gol que daria a classificação sem o jogo de volta. Bola na área, Tadeu escorou de cabeça, Eduardo Costa dominou de peito e quase fez um bonito gol.
Mas o Grêmio não merecia sair de Cuiabá com a classificação, o time não correu, não teve a dedicação necessária para derrotar um adversário muito fraco por um placar igual ou superior a dois gols de diferença.
O Tricolor tem compromisso pelo Gauchão no próximo domingo contra a Ulbra em Canoas e recebe o Jaciara no dia 27 de fevereiro pelo jogo de volta da primeira fase da Copa do Brasil.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Grêmio pode ter novidades contra o Novo Hamburgo
Segundo a imprensa da capital, o meia treinou muito bem quando participou do time titular. Bons passes, lançamentos e movimentação. Na realidade, essas sempre foram as qualidades do jogador, que nem sempre se firmava nos times por outros motivos bem diferentes. Mas acredito que no Grêmio será bem diferente. Em Porto Alegre, Roger terá um time que jogará para ele. Ou seja, as jogadas passarão por ele, o time vai depender dele. E aí vejo um ponto positivo. Espero que Vagner Mancini pense da mesma forma.
Outra boa novidade pode ser o atacante Perea. O jogador chegou a Porto Alegre na quinta e fala que pode ir a campo no sábado. O colombiano marcou dois gols no empate contra o Uruguai.
O Grêmio é terceiro colocado da chave 1 com 8 pontos. Se vencer, pode voltar à liderança do grupo, que tem o Esportivo no topo da tabela.
domingo, 27 de janeiro de 2008
Tricolor vence e assume a liderança
Willian Magrão não vem fazendo atuações de encher os olhos, mas está atuando bem. Ontem ele deu um ótimo passe para André Luis que entrou na área, bateu pro gol, o goleiro espalmou e Willian Magrão completou, fazendo o gol da vitória.
O Santa Cruz é um adversário fraco. Apesar de Vágner Mancini dizer que o time está evoluindo, ainda falta muita coisa a ser feita.
O Grêmio espera pelo jogo do Esportivo contra a Sapucaiense. Se o time de Bento Gonçalves vencer chega aos 9 pontos e assume a liderança do grupo.
Um fato interessante deve ser destacado. Lucas Leiva, ex-Grêmio, é o primeiro jogador brasileiro a marcar um gol com a camisa do Liverpool. O jogo foi pela Copa da Inglaterra contra o Havant and Waterlooville, vencido pelos Reds por 5x2. Uma das grandes promessas do tricolor começa a ganhar seu espaço na Europa. O jogador foi convocado por Dunga para o amistoso da Seleção Brasileira conta a Irlanda.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Grêmio tropeça contra a Sapucaiense
Como eu disse, o que valeu foi apenas o resultado e os 3 pontos.
O Tricolor mostrou um péssimo futebol e apenas empatou. O time é muito limitado. Eduardo Costa, Léo e Anderson Pico são os destaques positivos da temporada. Os três jogadores vêm mostrando um bom futebol, seguro, e são a boa notícia pro torcedor do Grêmio. Tadeu foi bem contra a Sapucaiense. Que ele continue evoluindo e mostrando um bom futebol.
Acredito que esse time do Grêmio não briga nem pelo título do Gauchão.
Agora é apostar na gurizada e na Imortalidade!
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Caras novas no Tricolor
Os dois foram destaque do time que disputou a Copa SP de futebol Júnior. Duas grandes promessas que podem acrescentar ao grupo.
Na falta de recursos, a aposta fica sempre na base. A sorte de Mancini é que o Grêmio sempre revela craques, desta vez a aposta é em Rafael e Maylson, que até fez parte do grupo de Mano Menezes em 2007.
Roger e Perea continuam trabalhando a parte física e podem estreiar em fevereiro.
O próximo desafio do Tricolor é quarta-feira(23/01) fora de casa contra o Sapucaiense, que fez uma ótima campanha na Segundona do ano passado.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Grêmio vence na estréia
O resultado serviu de alguma forma sim, saldo de gols, que pode ser importante na reta final. O 15 é um time bem fraco, não é nem de perto aquele 15 da final do Gauchão de 2005.
Léo, o melhor zagueiro do elenco fez o primeiro gol após falha do goleiro Marcio. Anderson Pico fez um bonito gol de fora da área. Acredito que essa foi uma boa surpresa, Pico teve uma boa atuação. E Willian Magrão fez o terceiro gol fechando o placar para o Tricolor. André Luiz também fez uma boa estréia pelo tricolor. Veremos se o jogador terá continuidade.
A vitória foi boa para o tricolor? Claro! Mas é preciso colocar os pés no chão e ter a consciência de que o Grêmio não tem um bom time, ainda. É claro, com o passar do tempo pode se fazer de um grupo não tão bom no papel, um time competitivo na prática.
Perea se apresentou, Roger, Rodrigo Mendes e Bruno Telles estão se recuperando de lesão. A minha aposta fica nesses três jogadores. Bruno, Rodrigo e Roger podem acrescentar bastante ao time. Roger pela qualidade; Bruno pelo que mostrou quando estava bem fisicamente(é uma aposta) ; e Rodrigo Mendes pela identificação que criou com o clube. Perea, é mais uma dúvida!